Declaração de amor pelos ouvidos

15 Jun

Ninguém se lembra do ouvido quando pensa em SAÚDE! Mas ele é apaixonante e você vai concordar comigo.

Bem tímido, o ouvido esconde muito bem a sua parte principal (cóclea e labirinto), que só é alcançável por trás da orelha, do canal auditivo, do tímpano e dos três menores ossos do corpo (martelo, bigorna e estribo). Essa parte nobre é pequena como uma bolinha de gude, mas trabalha 24h/dia, 7 dias/semana (até durante o sono) e não faz intervalos.

Cada ouvido é como uma empresa de quase 20 mil funcionários (células ciliadas) trabalhando em departamentos de alta complexidade, que recebem sons com diversas frequências ou que informam o cérebro em que posição nós estamos minuto a minuto.

Esses funcionários trabalham mergulhados na água, pois o ouvido interno é banhado por líquido (endolinfa e perilinfa). Trabalhar na água é sempre mais difícil e requer especialização.

Para essa empresa ser produtiva, os funcionários devem receber continuamente energia de boa qualidade, tanto do oxigênio (respiração) como dos nutrientes (obtidos pelo sangue por meio dos alimentos). Essa é a parte mais vulnerável da empresa.

Embora oxigênio não falte nem nas cidades mais poluídas, o aporte de sangue com bons nutrientes é o Calcanhar de Aquiles do ouvido.

Primeiro, todo o sangue precisa chegar à cóclea passando por uma única e estreita entrada (artéria), por isso, as doenças que diminuem a circulação podem comprometer a entrega dos bons nutrientes (pressão alta, diabetes, colesterol e/ou triglicérides altos, vasculites etc).

Segundo, não basta que o sangue chegue às células; ele precisa conter os nutrientes adequados para que elas funcionem bem o dia todo.

Adivinha uma substância gostosa que atrapalha o ouvido? Doces! Eles provocam picos de insulina que prejudicam o funcionamento ideal. Ficar muito tempo em jejum pode diminuir a quantidade de nutrientes no sangue; é como se os funcionários tivessem que trabalhar sem a hora do almoço.

Sabe o que mata várias células do ouvido sem dó nem piedade? A barulheira que a gente escolhe ouvir (festas, baladas, shows, trios elétricos, bombinhas, rojões ou fones de ouvido no máximo) ou aquela que a gente é forçada a ouvir (obras, trânsito, apitos e gritos nas torcidas).

Pois é… a vida que levamos agride demais os ouvidos.

Funcionários infelizes sofrem calados por muito tempo porque realmente querem trabalhar direito, mas uma hora é inevitável pedir demissão por falta de condições de trabalho.

Aí, o empresário (nós mesmos) sofre as consequências porque funcionários dessa empresa não voltam mais nem podem ser substituídos! Assim aparecem os sintomas: perda auditiva, zumbido, sensação de ouvido tampado, alterações de equilíbrio e a intolerância a sons.

O ouvido é apaixonante por seu trabalho contínuo, delicado e subvalorizado, aguentando várias condições adversas. Ele é um órgão de respostas sutis e precoces; seus sintomas não matam, mas ele é um dos primeiros a mostrar que algo não está bem. Por isso, quem avisa amigo é!

“Para bom entendedor, meia palavra basta”: seja um bom empresário, cuidando bem de suas empresas (ouvidos) e investindo na sua saúde!


O Instituto Ganz Sanchez disponibiliza um material GRATUITO e de qualidade para ajudar quem sofre com zumbido e hipersensibilidades auditivas (misofonia e hiperacusia) e também os seus familiares.

Esse material inclui vídeos e posts sobre curiosidades, aulas, dicas, depoimentos da pesquisa de cura do zumbido e lives do G.A.N.Z. (Grupo de Apoio Nacional a pessoas com Zumbido).

Ele está disponível nos seguintes canais:

  • Instagram @zumbidonoouvido: aqui as lives ao vivo ocorrem aos domingos às 17h17.
  • Youtube.com/zumbidonoouvido - Tanit Ganz Sanchez
  • TV Zumbido
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